sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Postar fotos é legal


Depois de um dia difícil no trabalho, foi bom não ter dificuldade de editar no IrfanView!



Flores para alegrar um dia


Uma rua de mão dupla e pés atados

A professora Juliana Morais precisa sair mais cedo de casa do que uma amiga que mora mais longe e trabalha na mesma escola. O motivo não se justificaria, aparentemente, mas ela demora conseguir atravessar a própria rua em que mora. Parece estranho? Pois é mesmo. Juliana já pensou até em vender seu apartamento da rua Haiti, no bairro Sion, em Belo Horizonte, só que o marido não apoiou e então resolveu tentar conviver bem com o fato de lá não haver sinalização e muito menos respeito ao pedestre.


É uma rua íngreme, movimentada e perigosa. Ainda por cima é mão dupla e estreita. Resultado: “Ficamos de pés atados aqui, às vezes por mais de dez minutos tentando atravessar e os motoristas não dão passagem”, reclama a professora. No último dia 21 de setembro, ela se cansou de só reclamar. Viu que tentar conviver bem não adiantaria, pois isso a deixava de mau humor todos os dias, logo cedo. Então aproveitou o domingo para ir de casa em casa na vizinhança apresentar um abaixo-assinado com pedido para que a prefeitura tome providências em favor dos transeuntes que ali freqüentam.

Duas surpresas eu tive nesse dia. A minha vizinha de porta é uma pessoa muito sensata e batalhadora. Porque ela poderia, assim como eu, ficar de braços cruzados para o problema. Mas quis unir forças para resolver uma dificuldade de todos. Eu assinei. E até me ofereci para ajudá-la na empreitada.

Uma vizinha nossa, do prédio da frente, se chama Maria do Socorro e tem sempre um sorriso no rosto e parece nunca estar de mal com a vida. Foi ela que resolveu fixar prazos para colher as assinaturas e, em seguida, levar o documento ao prefeito. “Vou falar: como é que pode, corrermos o risco de ser atropeladas todas as vezes que tivermos que atravessar a rua para ir à padaria?”, disse, convencida que a causa estará ganha até o fim do ano.


Muitos acidentes acontecem nessa ladeira que separa o bairro Sion do Belvedere. Nos últimos dois meses, foram três, de acordo com o porteiro do prédio número 48. Sr. Edivaldo Pereira não defende só pedestres: “Tem que ser mão única aqui porque é muito íngreme, e fica difícil manobrar quando tem um carro vindo na sua direção. Quando está chovendo então, nem fale!”
Até o dia 10 de outubro, o requerimento deverá estar entregue à equipe do prefeito de Belo Horizonte. A intenção é que as transformações possam ocorrer antes de começarem as chuvas de verão. Mas até a data prevista, chuvas esporádicas devem acontecer, assim como ataques de raiva – que podem acometer quem tenta atravessar e rua e espera tanto por uma brecha do trânsito que acaba chegando tarde no trabalho...


domingo, 21 de setembro de 2008

Relatório da pesquisa “cura do stress”

Em todos os sites de busca, eu fiz a pesquisa sem mudar a opção inicial de idioma, país etc. Então, em muitos deles, os resultados não seriam satisfatórios para mim se não fosse apenas uma “simulação”. Outro comentário que considero relevante é que em muitos desses sites não há demarcação entre o que é ou não link anunciante (exceção é o radar uol, que deixa isso bem claro).
Bom, então já que é para comparar as coincidências e discrepâncias, vamos lá: O site que mais apareceu nas buscas foi o saudevidaonline (2º no google, 1º no yahoo, 3º no altavista, 1º no radar uol e 1º no msn). Outros também apareceram mais de uma vez, como o cartunista.com.br. Mas, de modo geral, imaginei que as pesquisas fossem coincidir mais. Muito link diferente apareceu isso eu achei discrepante.
Um comentário breve sobre cada um dos sites de buscas pode ser resumido: o google indicou sites pouco informativos, o 1º que aparece inclusive é um blog. O yahoo indicou o viamedico, que eu achei o melhor de todos, mas em compensação indicou um sobre minerais que não tem nada a ver. O altavista indicou primeiro sites em inglês e alguns em português, achei estranho. Radar uol foi bem parecido com o google e yahoo, mas indica um vídeo esquisito. O clusty só indicou sites hospedados fora do Brasil. No msn apareceu muitos sites que não acrescentariam em nada se fosse uma pesquisa escolar, por exemplo. Ask e dogpile indicaram mais sites de fora do Brasil, mas alguns eram mais interessantes.

* Preciso justificar o modo como a minha tabela foi postada. Na verdade, eu prefiro essa disposição que eu fiz, do que quando se tem uma tabela comum. Claro que nesse caso uma tabela comum daria mais trabalho, mas nem por isso eu acho que ficaria melhor. Se for preciso, como exercício, depois eu posso fazer a troca e colocar como outros alunos o fizeram.

Tabela da pesquisa por “cura do stress”

www.google.com.br
lixotipoespecial.blogspot.com
saudevidaonline.com.br
cartunista.com.br
perguntascretinas.com.br
editoras.com/record

http://br.yahoo.com/
saudevidaonline.com.br
palavoras.blogspot.com
viamedico.com.br
mineraisdobrasil
paginas.terra.com.br

http://www.altavista.com
panicaway.com
health.nytimes.com
saudevidaonline.com.br
palavoras.blogspot.com
viamedico.com.br

http://radaruol.uol.com.br
saudevidaonline.com.br
cartunista.com.br
editoras.com/record
populo.weblog.com.
ptmytrace.tv

http://clusty.com/
psicosessuologia.it
mystresscure.com
ncura.edu
content indcatholicnews.com
curatronic.com

http://search.msn.com.br
saudevidaonline.com.br
ecila.pt/massagens
ecila.pt/massagens (arquivo em pdf)
healer.ch
praiadeitaoca.com.br

http://search.ask.com/
healthline.com
nz.xtend-life.com
depression-gone.com
bostonmedicalgroup.com.br
ncura.edu

http://www.dogpile.com/
healthline.com
nz.xtend-life.com
fleury.com.br
youtube.com
panicaway.com

Web 1.0 X Web 2.0

Se antes, com a Web 1.0, o internauta era um mero espectador, a partir da Web 2.0 ele se tornou um ator: ganhou mais poder e passou a ser visto como protagonista na geração de conteúdo. Não se faz necessário procurar a demarcação de datas nem eventos que separam tais “fases” (nem seria tão simples assim); no entanto, é interessante considerá-las como processos evolutivos de um modo de usar e se servir da internet.
Não acredito que seja apenas uma jogada de marketing, como defendem algumas pessoas. Existe, sim, a polêmica em torno do termo Web 2.0, e até negação da existência da Web 1.0; mas, na minha opinião, não há como desacreditar que tenha existido uma “preliminar” bastante diferente e que agora estejamos em uma nova era digital.
Para entender mais detalhadamente, pode-se considerar que no modo Web 1.0 somente os responsáveis por cada página podiam colocar informação na rede. A maneira de “participar” era somente com a leitura de textos, visualização de fotos etc. Um processo bastante unidirecional, já que não havia feedback, muito menos a participação direta do internauta na elaboração do conteúdo. Com o que considero evolução, essa “estrada” passou a ser sinalizada como mão-dupla.
Com a Web 2.0, os sites passaram a permitir que os usuários coloquem no ar ou modifiquem um conteúdo produzido por eles e reconhece que o foco é no “para eles”, ou seja, o direcionamento é nos vários tipos de público.
Mas o fato de existirem tantos “leitores” diferentes não complicou, pelo contrário, selecionou e facilitou a segregação de acordo com os interesses e afinidades. Isso mudou costumes enraizados. Tenho o exemplo da Enciclopédia Barsa, que tinha na versão impressa uma coleção de grande sucesso nas livrarias. Logo que foi digitalizada, se tornou uma promessa de lucro. Mas foi desbancada pelo poder que o internauta passou a ter... A Wikipédia, então, se transformou no grande símbolo da transformação desses tempos. Uma enciclopédia produzida por pessoas comuns passou a dar as respostas mais procuradas para todo tipo de pergunta.
E a desconfiança nesse tipo de material é outra marca dessa evolução. É tanta informação, tanta interação nos conteúdos on-line hoje, que é impossível confiar em uma só fonte de pesquisa, como acontecia dos tempos idos da Enciclopédia Barsa. Assim, os usuários da internet passaram a interagir mais, mas também aprenderam a confiar menos nos conteúdos apresentados. Isso é bom porque aumenta a curiosidade e instiga o senso crítico.
Como vários endereços podem ter seus conteúdos modificados, é maior a expectativa do internauta – tanto do não-participativo, quanto daquele que interage com outros usuários. Ambos têm chance e vão querer aprender mais a lidar com a ferramenta que têm nas mãos, seja para simples pesquisa ou para expressão de opinião ou serviço, por exemplo.
O site ww0.busonline.com.br é um bom exemplo da gama de possibilidades proporcionada pela Web 2.0. Gratuitamente, oferece um dos serviços mais requisitados para a empresa que faz transporte público em Belo Horizonte. A capital de Minas Gerais conta somente com o serviço de informações sobre linhas de ônibus urbanos por telefone, e, claro, o atendimento é de péssima qualidade, está sempre ocupado etc. E (ao que pude saber em uma primeira apuração) foram estudantes de uma universidade pública (UFMG) que desenvolveram esse site de busca de linhas, itinerários e serviços citado acima. O sucesso já é grande entre internautas belorizontinos, mesmo sem terem sido feitas campanhas de divulgação, que antes de se deslocar para diferentes regiões da cidade, muitas pessoas consultam o site para saber qual o melhor itinerário e quantas conduções são necessárias.